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COBENGE 2023

 EM BREVE MAIS INFORMAÇÕES 

ANUIDADE ABENGE 2023

 Prezado Associado(a),

Nesses 50 anos de existência, a anuidade paga por seus associados sempre foi de fundamental importância para a realização de diversas ações em prol da Educação em Engenharia e gostaríamos de continuar contando com sua participação.

  • A anuidade INDIVIDUAL R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) com desconto de R$ 25,00 (vinte e cinco reais) para os associados que regularizarem a anuidade até 30 de abril;
  • Para o associado INSTITUCIONAL R$ 900,00 (novecentos reais) com desconto de 150,00 (cento e cinquenta reais) para os que regularizarem a anuidade ou enviarem a nota de empenho até 30 de abril, além da isenção da inscrição de seu Diretor ou representante legal no COBENGE.

O boleto para pagamento da anuidade deve ser baixado do site da ABENGE (www.abenge.org.br), no link disponível na área restrita gerada pelo cadastro. É necessário estar cadastrado no site para acessar a área restrita e regularizar a anuidade. Assim preparamos um passo a passo para facilitar.




Agradecemos sua participação nessa representativa associação da Educação em Engenharia e colocamos à disposição.

Brasília/DF, 09 de janeiro de 2023

Diretoria da ABENGE
Gestão 2023-2025

8º Premio Nacional de Inovação

 

 

MAIS INFORMAÇÕES

CARTA DE REPÚDIO

 A Associação Brasileira de Educação em Engenharia - ABENGE - repudia qualquer ação que fere a democracia no Brasil e os ataques ao Patrimônio Público do Legislativo, Executivo e Judiciário. A engenharia, como peça fundamental e necessária para o crescimento e desenvolvimento do País, precisa da democracia para avançar e construir uma nação soberana, sustentável, empreendedora e geradora de riquezas e serviços para os cidadãos.


Brasília-DF, 10 de Janeiro de 2023.

 

 

Diretoria da ABENGE

Gestão 2023-2025

NOVA DIRETORIA ABENGE

 É com muita honra que hoje assumo a presidência da ABENGE - Associação Brasileira de Educação em Engenharia.

 
Foram precisos 50 anos dessa associação para que pela primeira vez houvesse uma MULHER PRESIDENTE. Para mim isso é motivo de muito orgulho e de muita responsabilidade para com a formação dos engenheiros e engenheiras do Brasil. Uma profissão necessária e fundamental para o desenvolvimento tecnológico brasileiro e, consequentemente, para o crescimento econômico e inclusão social com geração de emprego e renda para todos os cidadãos. 
 
Reitero também a necessária democratização de oportunidades para homens e mulheres na engenharia, profissionais que em conjunto vão promover avanços significativos no País.
 
Nesse dia, deixo uma mensagem especial para todas as jovens mulheres:
- Engenharia é para nós também! Nosso lugar é onde quisermos estar e na profissão que escolhermos para nos trazer realizações pessoais e profissionais. 
 
Viva a Engenharia!!

Chamada de Trabalhos Atividades Práticas para uma Nova Escola (APNE)

O Grupo de Trabalho (GT) Mulheres na Engenharia, que tem como uma das linhas de ações o desenvolvimento de modelos de atividades para atrair meninas aos cursos de engenharia, está promovendo a Chamada de Trabalhos Atividades Práticas para uma Nova Escola (APNE).

Esta Chamada está propondo um modelo de atividades em que equipes de estudantes de ensino superior, particularmente estudantes de engenharia, desenvolvam atividades práticas que mostrem aos alunos do Ensino Básico (EB) possibilidades de utilização de conceitos teóricos de matemática. Assim, estudantes do ensino superior podem dedicar seus conhecimentos e criatividades planejando e executando atividades “mão na massa” que envolvam os alunos do EB com a aplicação da matemática. 

Venha conhecer mais sobre a Chamada: 
https://sites.google.com/view/concursogtmeng/home 

Venha participar! São as Engenharias em um trabalho social voltado à educação das novas gerações.

CARTA DO XI FÓRUM DE GESTORES DAS IES DE ENGENHARIA

 

A FORMAÇÃO EM ENGENHARIA E SUAS ARTICULAÇÕES:
ATUALIDADES E PERSPECTIVAS FUTURAS
 
          Nos dias 29 e 30 de novembro de 2022, na Universidade de Brasília, realizou-se o XI Fórum de Gestores das IES de Engenharia, organizado pela ABENGE com o apoio do Sistema CONFEA/CREAs/Mútua. Esse evento tratou de temas fundamentais para a Educação em Engenharia e suas articulações, considerando as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Engenharia (Resolução CNE/CES Nº 02/2019) e a Curricularização da Extensão (Resolução CNE/CES Nº 07/2018), que estão em implantação, além de tópicos fundamentais para que esta implantação logre o êxito esperado, como a Avaliação e Autoavaliação Institucional e de Cursos, a Acreditação de Cursos e a Certificação Profissional, a Habilitação Profissional via Sistema CONFEA/CREAs, a integração do novo Ensino Médio à Graduação em Engenharia e, ainda, as Diretrizes Nacionais Gerais para o desenvolvimento do processo híbrido de ensino e aprendizagem na Educação Superior (Parecer CNE/CP nº 14/2022).
 
          Os diversos tópicos abordados constituem o conjunto de questões essenciais para este momento conjuntural, configurado como “pós-pandemia”, para a retomada neste “novo normal” e, principalmente, para a melhoria da qualidade da Formação em Engenharia. Os dados relacionados à formação em Engenharia indicavam uma expansão sem precedentes até 2014, quando os efeitos da crise econômica mundial, que aportou no país no início da década passada, começaram a ter consequências no país. A partir de 2014, foi verificada uma diminuição de interesse em cursar Engenharia, mostrada pela queda do número de inscritos nos processos seletivos e de ingressantes na graduação em Engenharia. Em 2021, de acordo com últimos dados divulgados pelo INEP, o número de inscritos e de ingressantes já chegava quase à metade dos números destes indicadores verificados em 2014. Nos cursos da modalidade presencial a queda foi maior do que 50% no mesmo período, enquanto nos cursos EAD houve um grande crescimento de inscritos.
 
          No que se refere ao número de matriculados (em todos os períodos) nos cursos, a queda ocorreu a partir de 2016, chegando a cerca de 40% no período de 2016 a 2021 nos cursos presenciais. De outro lado, registrou-se um aumento de matriculados, nos cursos EAD, cerca de 5 vezes maior em 2021 do que em 2016, porém redundou em números insuficientes para diminuir a queda no total. Projeções baseadas na variação dos dados verificada a partir de 2015, mostram que em 2026 o número de matriculados nos cursos EAD em 2026, poderá ultrapassar o número de matriculados nos cursos presenciais.
 
          Outro dado preocupante é a queda do número de concluintes dos cursos de Engenharia, o que ocorreu pela primeira vez em 2019, desde que dados sobre cursos de Engenharia começaram a ser divulgados pelo INEP. Os dados de 2020 e 2021 mostram que esta queda continua. Em 2018 formaram-se cerca de 130 mil e em 2021 esse número caiu para cerca de 105 mil. Registre-se que essa queda ocorreu nos cursos da modalidade presencial, enquanto nos cursos EAD verificou-se um aumento de cerca de 2 para mais de 8 mil em 2021.
 
          Das informações que se tem sobre os países ditos desenvolvidos, ao se comparar o quantitativo de Engenheiros formados anualmente, ponderados em relação a indicadores econômicos e demográficos, o número de egressos anuais no Brasil é cerca de 25% do que é verificado na média nestes países. Há que se considerar também que, enquanto nestes países considerados, o número de Engenheiros formados anualmente tem sido perene, o Brasil forma atualmente cerca de 105 mil, mas formava pouco mais de 40 mil em 2010. Isto sinaliza que o Brasil forma poucos engenheiros quando comparado com estes países e, também, que há que se considerar a qualidade da formação que é diversa e há indícios de que vem piorando com a crise econômica instalada desde o início da década passada e agora, inegavelmente, foi agravada pela pandemia recente.
 
          Este cenário e os aspectos apontados, antes de serem considerados como desalentadores, devem ser assumidos como desafios a serem superados com melhorias na formação em Engenharia e suas articulações. Vencer desafios é praticamente sinônimo da Engenharia, principalmente para o Brasil que, com as suas especificidades vem melhorando, apesar das crises, nos diversos aspectos que o compõe como uma nação e que, para melhorar mais, há necessidade de aprimorar a formação em Engenharia no país
 
          A diversidade de tópicos discutidos neste XI Fórum, permitiu que se tivesse uma visão sistêmica e holística da Educação em Engenharia, ao considerar todos os constituintes organizacionais que repercutem na Engenharia, desde a preocupação e a proposição de articulação com o “Ensino Médio”, passando pela formação em todos os seus aspectos, e o exercício profissional em termos de acompanhamento de egressos com vistas à educação continuada, à fiscalização, à certificação e à verificação da repercussão profissional decorrentes das ações engendradas durante a formação.
 
          A articulação com o Ensino Médio repercute positivamente no acolhimento de ingressantes, que é previsto nas novas DCNs, e as possibilidades concretas de estruturar atividades de extensão, entre outras, que podem ser vislumbradas em decorrência da implantação do “Novo Ensino Médio”.
 
          A implantação dessas novas DCNs pressupõem uma mudança de concepção de projeto de curso, tendo como centro a elaboração de currículos não mais com base em “conteúdos”, mas construídos a partir de desenvolvimento de competências, o que significa adotar metodologias adequadas e tendo a aprendizagem ativa como norteador principal. Estas metodologias, certamente, vêm requerer programas contínuos de formação e capacitação docente e procedimentos adequados de gestão pedagógica e organizacional dos cursos. A curricularização da extensão vem contribuir com a necessidade de substituir paulatinamente as “aulas conteudistas tradicionais” por atividades que permitam aos estudantes apropriarem e aplicarem conhecimentos em contextos que requeiram e desenvolvam, também habilidades atitudinais.
 
          A Avalição e a Autoavaliação, tanto dos Cursos quanto das Instituições, devem ser componentes essenciais dos processos de desenvolvimento das atividades de formação, o que determina a flexibilização dos dispositivos reguladores atualmente em vigor, principalmente os internos às IES. Ao lado disto, há que se ter um sistema de Acreditação de Cursos e de Certificação Profissional em consonância com os acordos internacionais vigentes, que são claros indutores de qualidade e inclusivos, por serem organizados a partir de avaliações processuais, entre outros, e que hoje são portas para a internacionalização da formação e do exercício profissional em Engenharia. Ações nestes sistemas podem inserir o país num ambiente de mobilidade e de igualdade de possibilidades para a formação e atuação dos profissionais da Engenharia
 
          Todos estes aspectos, desenvolvidos de uma maneira estruturada e articulada a partir de Projetos de Cursos, que não se esgotam na matriz curricular e no projeto pedagógico, por exigirem que se tenha também os elementos relacionados à gestão organizacional e pedagógica e com clareza sobre as metodologias a serem desenvolvidas. Em suma, não basta mais elaborar o projeto do que se pretende, há que se estruturar também um projeto que mostre claramente como serão viabilizados os diversos aspectos que compõem esse Projeto do Curso. Nestes projetos, essencial é a avaliação e autoavaliação permanente, visto que, as mudanças tecnológicas e de processos, estão aceleradas e exigem melhoria contínua. Considerar também que um Projeto de Curso elaborado hoje só terá seus primeiros egressos a partir do seu 5º ano de implantação, portanto, prospecção de futuro também, deve ser associado aos estudos realizados para este Projeto.
 
          Os presentes localmente e online neste XI Fórum da ABENGE discutiram todos estes aspectos e mostraram que há ânimo e disposição para vencer todos estes desafios e fazer jus a um dos principais valores cultivados pela Comunidade de Educação em Engenharia Brasileira que é o compromisso de “Formar mais e melhores Engenheiros”.
 
 
Brasília, 30 de novembro de 2022
 

E-Book Boas Práticas de Formação Docente em Engenharia

 



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EVENTOS DA ENGENHARIA - 2021